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CATARRO VERDE

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ASSIM É, SE LHE PARECE.

[Pirandello]



BLOG MAL E PORCAMENTE
ESCRITO DESDE 2001 POR SERGIO FARIA,
GINECO-PROCTOLOGISTA AMADOR,
ADVENTISTA DO 7º DÍGITO,
TRESBESTERIANO E DEVOTO
DE SANTA IGNORÂNCIA.

MELHOR VISUALIZADO
POR QUEM NÃO É CEGO.







COMENTAR?



Primeira lição
de informática:

software é aquilo
que você xinga,

hardware é aquilo
que você chuta
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Segunda-feira, Setembro 30, 2002
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Chuuupa, Maluf!
Chuuupa, Cirocollor!

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Caixa de emails ainda desabilitada.

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Sábado, Setembro 28, 2002
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Caíram todos os arquivos. Como dá trabalho essa merda.

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Preciso ver o mar com urgência. Sentir o cheiro da maresia.

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Não dou sorte em cinema. Na fileira onde fiquei ontem, sentou um casal com dois puta sacos de pipoca. Cada um come o que quer, pra mim foda-se, podem até comer merda quente com marshmallow. Mas por que sou obrigado a ouvir gente ruminando e sentir cheiro de pipoca quando não estou a fins?

Pensei em me vingar peidando, mas a gente não arruma gases assim de uma hora pra outra, sem preparação prévia. Muito menos pode entrar no cinema com um prato de repolho. Acabei mudando de lugar. Você vai pensar que é brincadeira, mas tinha um cara dormindo e roncando a quatro poltronas de distância da minha! Quando o ronco me incomodou, pensei em acordar o filha da puta. Mas acabei mudando outra vez de fileira porque era mais fácil.

Quando o filme começou depois dos trailers, ia tudo bem até que percebi uma coisa parecida com um ratão branco subindo no braço esquerdo da minha poltrona. Olhei, era o pé de um sujeito sentado na fileira de trás. Sem sapato e de meia branca, ele enfiava uma das patas pelo vão, bem em cima do braço da minha poltrona. Encostou no meu cotovelo. Caralho. Virei a cabeça e encarei o cara.

Não se tocou. Dei uma cotovelada, ele tirou a pata. Dez minutos depois, percebo de novo com o rabo do olho o ratão branco chegando. Quis ter alguma coisa pesada pra bater no pé do desgraçado. Um martelo, um tijolo, um dicionário Houais. Essas coisas que a gente não leva pro cinema, assim como o prato de repolho. Foi quando me inspirei nas mulheres. Sempre as mulheres. Com elas aprendi o que sei de útil e bom. Tirei o sapato e dei-lhe uma porrada violenta e certeira no dedão.

O ratão branco não voltou. Mas perdi o filme, porque passei o resto da sessão planejando a briga que teríamos quando acendesse a luz. Mas o filha da puta escafedeu-se assim que o filme acabou. De hoje em diante só vou ao cinema armado com uma agulha ou alfinete. Coisa de mulher, evidentemente. Sempre as mulheres. Essas tesudas gostosas.

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Por mais que me falte tempo, não vou transformar o Catarro num blog de atualização semanal. Nem pretendo abandoná-lo. Por enquanto, fica irregular como está. A gente faz o que pode, como vi uma vez o Walter Alfaiate dizer.

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Roubei do Spam Zine #79 essa receita que o Ricardo Ramos Leite mandou pra lá. Segundo ele, a receita aparece no livro de Mestre Enéias, Cozinha Anarquista: Ofélia morreu protegendo esses segredos. Curti muito os ingredientes.

SOPA ANARQUISTA

Ingredientes:
1 galinha desossada
1 galinha desossada e morta
1 albatroz
1 lata de óleo de oliva
1 lata de óleo de girassol
1 lata de óleo de soja
1 lata de óleo diesel
1 lata de óleo de Lorenzo
1 lata de óleo de fígado de bacalhau
1 pedaço do muro de Berlim
1 CD "Bee Gee's Greatest Hits Collection"
1 cabeça do Maluf decentemente decapitada
1 pitada de areia
(caso não tenha areia use sal e açúcar
juntos, um anula o outro e vira areia)
1 quilo de miolos de macaco recém-colhidos
1 cartucho Mario Party 2 N64
1 chocolate Lollo (não vale Milkybar, deve ser Lollo)
1 fita betamax com o episódio do Chaves em Acapulco
Pimenta a gosto

Modo de preparo:
1- Jogue tudo dentro do liquidificador.
2- Bata até formar uma gosma espessa.
3- Dê para seu sobrinho comer.
4- Ria enquanto ele implora para ser levado ao hospital.
5- Jogue o resto fora e faça uma sopa em pó.

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Spam Zine passando por reformulação. O Ricardo Sabbag deu uma puta enxugada nele, "sem consultar os outros editores". Pra mim ficou enxuto demais. Mas parece estar a caminho de um formato mais adequado à distribuição por email. Menos "tijolão", como disse o Sabbag na última edição [79]. Dessa edição roubei uma receita que vai no post aí de cima.

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TV ligada nos treinos de Indianápolis. Alguém pode se arrebentar no muro e quero ver ao vivo. Não é por isso que a gente vê corrida? Fala a verdade.

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Segunda-feira, Setembro 23, 2002
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Atenção, muita atenção, obrigado pela atenção. Minha caixa de emails está desabilitada. Amanhã normaliza, acho. Se o seu email voltou, por favor, aguarde meu aviso aqui e mande outra vez, senão eu vou sentir falta dele. Obrigado pelo seu saco. Ops.

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Num tem pobrema. Nóis vai, nóis vorta! [Adoniran Barbosa]

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DEIXA A VIDA ME LEVAR
[Zeca Pagodinho]

Eu já passei por quase tudo nessa vida
Em matéria de guarida espero ainda minha vez
Confesso que sou de origem pobre
Mas meu coração é nobre, foi assim que Deus me fez

E deixa a vida me levar, vida leva eu
Deixa a vida me levar, vida leva eu
Deixa a vida me levar, vida leva eu

Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu
Só posso levantar as mãos pro céu
Agradecer e ser fiel
Ao destino que Deus me deu

Se não tenho tudo que preciso
Com o que tenho, vivo
De mansinho, lá vou eu

Se a coisa não sai do jeito que eu quero
Também não me desespero
O negócio é deixar rolar
E aos trancos e barrancos, lá vou eu

E sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu
E deixa a vida me levar, vida leva eu
Deixa a vida me levar, vida leva eu
Deixa a vida me levar, vida leva eu
Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu

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Não curto fazer obituário, menos ainda tardiamente, mas vou registrar. Recentemente São Paulo perdeu o Cine Astor, agora ameaçado de virar igreja caça-níqueis da gangue Renascer [a Vilma, "prefeita" do Conjunto Nacional, nega aqui]. Perdemos o Carlino, restaurante mais antigo da cidade. Lamentável. Já tínhamos perdido o Parreirinha. Irreparável. Perdemos a matriz da Pastelaria Yokoyama, na Lins de Vasconcelos, Cambuci – a melhor das 3 casas que os tradicionais pasteleiros japas criaram. Perdemos a lanchonete Hot Stop, na 9 de Julho, freqüentada pelo Roberto Carlos ainda antes da Jovem Guarda, no tempo em que ele era dono do posto de gasolina RC, que ainda existe no Shopping Iguatemi, e quando a Rua Augusta era uma brasa, mora. Orai, irmãos, pela alma dessas casa e seus freqüentadores.

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Mais quinquilharias à venda na lojinha do Blogger. Gostei da caneca, mas com o dóla noscambau que tá, sai mais de 40 real. Dá pra 8 chupetas no 69. Não conhece o 69? Um dia te conto.

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Sábado, Setembro 21, 2002
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Meia-noite e 35. Se você leu os posts de sexta/sábado antes desse horário e tá a fins, releia. Remendei e enfiei uns links. Acontece.

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Sexta-feira, Setembro 20, 2002
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Amanhã eu não sei, mas hoje/ontem tem.
Você vai ter saco de ler?

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*** Dica de chocolate. Prestígio Nestlé de coco-queimado.
O problema é que os viados da Nestlé [não é com você, Maurão, eu sei que você é espada] só fazem essa iguaria [Serjones, olha o exagero, Serjones] pra colocar na caixa azul de miniaturas que eles chamam de Especialidades. Nunca achei um Prestígio de coco-queimado fora da caixa. Até promotor da Nestlé já me disse que desconhece. Então fica a sugestão, Nestlé: fabrique o Prestígio de coco-queimado pra vender avulso no tamanho normal. Ou então tudo bem, enfie essa caixa azul no cu. Não vou comprar essa bosta só por causa de um Prestígio de coco-queimado.

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Quércia, o ladrão, precisa decidir logo a cor do cabelo. Nos outdoors é preto-índia velha. No programa de TV é acaju-Gugu. Com a fama de jóquei de jibóia que ele tem, deve estar curtindo variações. Mas em campanha o Orestes tem que decidir. O povo anseia saber. Quércia, o ladrão, podia consultar Silvio Santos, o garoto-propaganda de Maluf, o pústula. Ou perguntar pro Roque. Quem sabe, ligar pro Jassa logo duma vez? Mas tem que decidir. O povo anseia. E ânsia de vômito não espera.

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Tá bom, tá bom, não ponho mais letra de música começando com Blue. Prometo.

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Falei de absinto. O problema dos nacionais (Camargo e Dubar) é que eles são aguados, nem a cor é confiável, você bebe e fica bêbada/o. Absintos europeus (Neto Costa, por exemplo, que tem no Brasil, cê sabe), além de licorosos e verdes, têm o principal: alma. Você bebe e fica nos braços da fada verde. É diferente. Se eu quisesse ficar bêbado, comprava cachaça ou passava álcool-gel numa torrada. Ainda assim, reduziram tanto os poderes dessa bebida, com medo de que todas as pessoas do mundo se transformassem em Toulouse-Lautrecs, que até o absinto europeu não é mais aquele, pau na bunda dele.

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O Datacatarro informa.

Lula: 39%.
Serra: 19%.
Marotinho e Cirocollor: 14%.
Nulo: 100%.

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Ainda estou fazendo fisioterapia. Blogal. Hoje são 8 posts, contando este. A gente pára e desaprende de blogar. Mas eu queria ter uma fisioterapeuta pra me ajudar nos movimentos, você sabe, elas motivam a gente. Vestida de branco, a calça agarrada na bunda marcando a calcinha. Não precisava me ajudar a bater nas teclas, nada disso, magina, eu não exigiria tanto dela. Bastava ficar quieta embaixo da mesa, chupando o meu pau.

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Havanir, a mocréia do PRONA, anda latindo na TV que falsificaram Enéas, o hidrófobo. Pra querer se passar por Enéas, o cara tem que ser muito bom. Eu não sei quem é, mas descobri o mapa da casa dele.

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*** Dica de birita. Absinto Camargo, fabricado em São Roque [SP]. Não compre, é uma bosta.

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Pitta, o podre, é candidato com o número 170. Mas a vocação política dele é 171.

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"Deus, eu quero ser o próximo governador para honrar o teu nome", bostejou hoje na TV o candidato Apolinário. Se eu fosse o Grande Fodão, fulminava esse imbecil com um raio de 500 mil Volts.

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Chuva longa em São Paulo. Passei por 3 carros quebrados no Elevado Costa e Silva. Trânsito caótico. Nenhum filho da puta da CET para orientar os motoristas. Pra multar, eles estão sempre atentos e onipresentes. Essa é a prefeitura da Morta Suplicy. Vota nos candidatos dela, cidadão, vota.

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Segunda-feira, Setembro 16, 2002
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A gonorréia crônica dos arquivos voltou a se manifestar. Agora aparece a mensagem:

Forbidden
You don't have permission to access /archives/archives/catarro_archive.html on this server.
Apache/1.3.26 Server at blogspot.com Port 80


Caralho, se eu, que escrevi toda a merda arquivada não consigo acessá-la, imagino você. Vou ver se consigo consertar. Onde foi que eu deixei aquela chave de fenda?

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Tenha sempre à mão um plano B.

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BLUE LOVE BIRD
[Kay Kyser]   

Blue lovebird, your song's a tender thing
That wasn't meant to sing alone
Blue lovebird, still singing for your mate
But it's your fate to wait alone

Once there were two of you singing to the dawn
What can a lovebird do when his love has gone
Blue lovebird, your song becomes a sigh
It seems that lovebirds die alone

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Domingo, Setembro 15, 2002
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Tenho recebido fotos da famosa festa da GV. Agradeço mas não vou publicar. Aquilo foi quebra de privacidade, sacanagem com as pessoas envolvidas.

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Hoje fiquei olhando umas marcas de papel higiênico no supermercado. Papel higiênico Personal em cores e aromas de frutas [tem de pêssego e de maçã verde] é interessante. Desde que fiquem só nas frutas amigáveis. Nada de abacaxi ou limão. E coco seria infame.

Três versões do papel Neve me deixaram pensativo. Neve com Vitamina E, Neve com Leite de Aveia e Neve com Aloe Vera. Incrível como eles pensam no cu do consumidor. Imagino que, enquanto a vitamina E e o leite de aveia [será que eles põem Davene?] protegem as pregas, o Aloe Vera deixa macios e sedosos aqueles pêlos com os quais a natureza sacaneou muita gente boa. Você vê que eles conhecem. Devem pesquisar cu o tempo todo. Devem saber tudo de cu. Logo lançam alguma coisa para revitalizar a prega-mestra.

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Putza, que visão grotesca no programa do Enrugadinho Groisman! Fafá de Belém e Fafá de Belém Filha! A gente vai ligando a TV distraidamente e leva cada puta susto que eu vou te contar.

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Fui ver o filme do Robin Williams, do cara que revela filmes. Retrato de alguma coisa, não lembro mais o nome. Não vale a gasolina e eu moro perto. Podia ter ficado em casa blogando. Devia levar o filme no Procom, ele não entrega o que vende. Uma bobagem sem imaginação. Robin Williams está bem. Bem chato.

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Sábado, Setembro 14, 2002
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BLUE EYES CRYING IN THE RAIN
[Fred Rose]

In the twilight glow I see
Blue eyes cryin' in the rain
When we kissed goodbye and parted
I knew we'd never meet again

Love is like a dyin' ember
Only memories remain
Through the ages I'll remember
Blue eyes cryin' in the rain

Some day when we meet up yonder
We'll stroll hand in hand again
In a land that knows no partin'
Blue eyes cryin' in the rain

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Sexta-feira, Setembro 13, 2002
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BLUE EVENING
[Ray Eberly]

Blue evening comes at the close of day
Blue evening, spent in the same old way.
My future looks as dark as the sky above me
There must be someone here in this world who loves me

A sweet love song, would be so grand to know
But my love songs are all from the radio
Another dawn is waiting for me, another day and then
Another blue evening again

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Quinta-feira, Setembro 12, 2002
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BLUE COLLAR MAN
[Tommy Shaw]

Give me a job give me security
Give me a chance to survive
I'm just a poor soul in the unemployment line
My God I'm hardly alive
My mother 'n father, my wife and my friends
You've seen them laugh in my face
But I've got the power and I've got the will
I'm not a charity case

I'll take those long nights, impossible odds
Keeping my eye on the keyhole
If it takes all that to be just what I am
Well I'm gonna be a blue collar man

Make me an offer that I can't refuse
Make me respectable man
This is my last time in the unemployment line
So like it or not

I'll take those long night, impossible odds
Keeping my back to the wall
If it takes all night to be just who I am
Well I'm gonna be a blue collar man

Keeping my mind on a better life
Where happiness is only a heartbeat away
Paradise can it be all I heard it was
I close my eyes and maybe I'm already there

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Terça-feira, Setembro 10, 2002
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Tô acompanhando a construção da cobertura da Galeria Prestes Maia, projeto do Paulo Mendes da Rocha espremido no pequeno espaço da Praça do Patriarca [SP]. Não sei não. Acho desproporcional e inadequada. Uma intervenção metida a besta. E não há como negar: aquilo cobre mesmo a visão da igrejinha de Santo Antônio, tombada pelo Patrimônio Histórico – discussão essa que já rendeu. Na maquete [acima], a obra já se anunciava modernosa. Na real, incrustada num espaço tão pequeno, tá cada dia mais infeliz.

Erundina, quando prefeita, acabou com o Vale do Anhangabaú, transformado por sua administração num espaço vazio, árido e gigantesco. Pra caatinga, só falta mandacaru. Depois arruinou o trecho da Avenida São João, entre o vale e a Praça Julio Mesquita. Maluf já havia estragado a outra ponta, com o maldito Minhocão. Hoje a São João está morta. Agora, a Morta Suplicy deixa também sua marca no Centro, mas com pompa, circunstância e grife: Mendes da Rocha. Ainda que mal pergunte, não seria o caso dessa gente deixar a cidade em paz e ir, digamos, pra puta que pariu?

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BLUE HAWAII
[Leo Robin/Ralph Rainger]

Night and you and Blue Hawaii
The night is heavenly and you are heaven to me
Lovely you and Blue Hawaii
With all this loveliness there should be love

Come with me
while the moon is on the sea
The night is young
and so are we, so are we

Dreams come true in Blue Hawaii
And mine could all come true
this magic night of nights with you

Come with me
while the moon is on the sea
The night is young
and so are we

Dreams come true in Blue Hawaii
And mine could all come true
this magic night of nights with you

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Segunda-feira, Setembro 09, 2002
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BLUE, BLUE DAY
[Don Gibson]

It's been a blue, blue day
I feel like runnin' away
I feel like runnin' away from it all

My love has been untrue
She's found somebody new
It's been a blue, blue day for me

I feel like cryin', dying'
What can I do
Fell like praying', sayin'
I'm glad we're through

It's been a blue, blue day
I feel like runnin' away
I feel like runnin' away
from the blues

I cannot make believe
That I don't sit and grieve
It's been a blue, blue day for me

I can't pretend and say
That I don't love her anyway
It's been a blue, blue day for me

I feel like cryin', dying'
What can I do
Fell like praying', sayin'
I'm glad we're through

It's been a blue, blue day
I feel like runnin' away
I feel like runnin' away
from the blues

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Domingo, Setembro 08, 2002
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Gif roubado do rjcorrêa.

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Sábado, Setembro 07, 2002
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BLUE EYES
[Elton John/Gary Osborne]

Blue eyes
Baby's got blue eyes
Like a deep blue sea
On a blue blue day

Blue eyes
Baby's got blue eyes
When the morning comes
I'll be far away
And I say

Blue eyes holding back the tears
Holding back the pain
Baby's got blue eyes
And shes's alone again

Blue eyes
Baby's got blue eyes
Like a clear blue sky
Watching over me

Blue eyes
Ooh I love blue eyes
When I'm by her side
Where I long to be
I will see

Blue eyes laughing in the sun
Laughing in the rain
Baby's got blue eyes
And I am home again

Blue eyes laughing in the sun
Laughing in the rain
Baby's got blue eyes
And I am home again

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BLUE JEAN
[David Bowie]

Blue Jean
I just met me a girl named Blue Jean
Blue Jean
she got a camouflaged face
and no money
Remember they always let you down
when you need 'em
Oh, Blue Jean
is heaven any sweeter than Blue Jean
She got a police bike
She got a turned up nose

Sometimes I feel like
(Oh, the whole human race)
Jazzin' for Blue Jean
(Oh, and when my Blue Jean's blue)
Blue Jean can send me
(Oh, somebody send me)
Somebody send me
(Oh, somebody send me)

One day I'm gonna write a poem in a letter
One day I'm gonna get that faculty together
Remember that everybody has to wait in line
Blue Jean-look out world you know I've got mine
She got Latin roots
She got everything

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Sexta-feira, Setembro 06, 2002
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*** Procure na banca: revista NervoÓptico #1, editada pela gráfica Pancrom e Paralaxe Editora, projeto gráfico do Marcelo Aflalo. Outra revista: S/Nº, da editora Bookmark. Projeto gráfico, Roberto Cipolla e Helio Rosas [leia-se revista 55 e revista M]. Na morna paisagem das bancas, não deixa de ser um refresco. Você vai gostar da direção de arte, das fotos, das ilustras, do papel, da impressão. Gostei muito da NervoÓptico.

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Seguinte: não é pra ter 2 linhas verticais verdes na porra deste blog. O template só prevê uma. Nada de texto grudado em linha vertical, como anda aparecendo. O problema é como tirar essa merda que surge por geração expontânea. Cazzo.

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BLUE BAYOU
[Roy Orbison/Joe Melson]

I feel so bad I’ve got a worried mind
I’m so lonesome all the time
Since I left my baby behind
on Blue Bayou

Savin’ nickels, savin’ dimes
Workin’ till the sun don’t shine
Lookin’ forward to happier times
on Blue Bayou

I’m goin’ back some day,
come what may,
to Blue Bayou
Where you sleep all day
and the catfish play
on Blue Bayou

All those fishin’ boats
with their sails afloat,
if I could only see
That familiar sunrise
thru sleepy eyes
how happy I’d be

Oh, to see my baby again
And to be with some of my friends
Maybe I’d be happy then
on Blue Bayou

I’m goin’ back some day,
gonna stay
on Blue Bayou
Where the folks are fine
and the world is mine
on Blue Bayou

Ah, that girl of mine by my side
The silver moon and the evening tide
Ah, some sweet day gonna take away
this hurtin’ inside

I’ll never be blue,
my dreams come true
On Blue Bayou

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Quinta-feira, Setembro 05, 2002
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AVISO

A Green Catarro's Corporate, Inc., a Catarro Foods, a ABICREG e a ABICOMAT vêm a público participar e lamentar a temporária falta de tempo de seu presidentes SERGIO FARIA. Razão que nos leva à permanência, ainda que por breve período, na fase azul anal, queremos dizer, anil.

Pela atenção agradece

BUCETILDES DO REGO PENTEADO
Secretária Geral

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BLUE AUTUMN
[Bobby Goldsboro]

Blue Autumn,
Falling leaves of red and gold,
Pretty colours, I am told,
But I see only shades of blue,
Because I'm losing you.

Blue Autumn,
There's a rainbow in the sky,
But no matter how I try,
I still see only shades of blue,
Because I'm losing you.

Such pretty colours I am told,
There for all to see,
But falling leaves of red and gold have autumn blue to me.

Blue Autumn,
A love like yours I'll never know,
Other girls may come and go,
But I'll see only shades of you,
And all my Autumns will be blue.

Blue Autumn,
A love like yours I'll never know,
Other girls may come and go,
But I'll see only shades of you,
And all my Autumns will be blue.

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Quarta-feira, Setembro 04, 2002
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BLUE ANGEL
[Roy Orbison/Joe Melson]

Oh, Blue Angel
Don't you cry
Just because he said goodbye
Oh, uh, uh aah
No, don't cry

Oh, Blue Angel
Have no fear
I'll brush away each lonely teardrop
Yeah, yeah, yeah
Oh, oh, ooo, ooo, ooo, ooo, ooo, ooo

Well love's precious flame
Just burned in vain
But you'r not to blame
He thought love was a game

Oh, such a shame
But don't you cry
Don't sigh
I'll tell you why
I'll never say goodbye
Blue Angel

We'll have love so fine
Magic moments divine
If you'll just say yoy're mine
I'll love you 'tll the end of time

Don't you worry your pretty head
I'll never let you down
I'll always be around
Blue Angel
Blue Angel

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Terça-feira, Setembro 03, 2002
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BLUE GARDENIA
[Bob Russell/Lester Lee]

Blue gardenia
Now I'm alone with you
And I am oh so blue
She has tossed us aside
And like you, gardenia
Once I was near her heart
After the teardrops start
Where are teardrops to hide
I lived for an hour
What more can I tell
Love bloomed like a flower
Then the petals fell
Blue gardenia
Thrown to a passing breeze
But rest in my book
Of mem-or-ries
I lived for an hour
What more can I tell
Love bloomed like a flower
Then the petals fell
Blue gardenia
Thrown to a passing breeze
But rest in my book
Of memories

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Segunda-feira, Setembro 02, 2002
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BLUE SUEDE SHOES
[Carl Perkins]

Well, it's one for the money,
two for the show,
three to get ready,
now go, cat, go.
But don't you step on my
Blue suede shoes.
You can do anything but lay
off of my Blue suede shoes.
Well, you can knock me down,
step in my face,
slander my name all over the place.
Do anything that you want to do,
but uh-uh,
honey, lay off of my shoes
Don't you step on my Blue suede shoes.
You can do anything but lay
off of my Blue suede shoes.
Burn my house,
steal my car,
drink my cider from my old fruitjar,
Do anything that you want to do,
but uh-uh, honey, lay off of my shoes
Don't you step on my Blue suede shoes.
You can do anything but lay
off of my Blue suede shoes.

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Domingo, Setembro 01, 2002
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BLUE VELVET
[Lee Morris/Bernie Wayne]

She wore blue velvet
Bluer than velvet was the night
Softer than satin was the light
From the stars

She wore blue velvet
Bluer than velvet were her eyes
Warmer than May her tender sighs
Love was ours

Ours a love I held tightly
Feeling the rapture grow
Like a flame burning brightly
But when she left,
Gone was the glow of

Blue velvet
But in my heart
There'll always be
Precious and warm,
A memory

Through the years
And I still can see
Blue velvet
Through my tears

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