.

CATARRO VERDE

.  
  RSS
ASSIM É, SE LHE PARECE.

[Pirandello]



BLOG MAL E PORCAMENTE
ESCRITO DESDE 2001 POR SERGIO FARIA,
GINECO-PROCTOLOGISTA AMADOR,
ADVENTISTA DO 7º DÍGITO,
TRESBESTERIANO E DEVOTO
DE SANTA IGNORÂNCIA.

MELHOR VISUALIZADO
POR QUEM NÃO É CEGO.







COMENTAR?



Primeira lição
de informática:

software é aquilo
que você xinga,

hardware é aquilo
que você chuta
.




Mais Catarro
:





Arredores

Next

Random

List



This page is powered by Blogger, the
easy way to update your web site.
 
 
Sexta-feira, Julho 30, 2004
.
A ciência pede: preservem Kerry-Queixada.



Penso que os norte-americanos devem reeleger Bushit, poupando Kerry-Queixada para estudos científicos. É evidente que não posso afirmar, no entanto tenho uma séria desconfiança: Kerry-Queixada pode ser o nosso tão procurado elo-perdido. Minha longa permanência em ambiente de UTI proporciona indiscutível respaldo científico para aventar a hipótese. Proporciona também a oportunidade de usar pela primeira vez na vida o verbo aventar. Que, no interior de alguns estados, pode ser considerado substantivo, se me entende.

.
.
Terça-feira, Julho 27, 2004
.
Rompi com o Mentos. Fui gravemente ofendido pelo fabricante. Comprei hoje uma caixinha do novo Mentos Ice Apple e já me decepcionei com o sabor. Mistura de maçã verde com mentol, gosto vomitoso de remédio. Capaz de curar alguma doença grave. Pior: na caixa tem o título de uma promoção - FAÇA PARTE DO REBANHO DA NOVA ZELÂNDIA! Será que eu li direito?, pensei. Será que eu bebi? Não. Conferi a lateral da embalagem, e lá está o complemento: "Qual é a pastilha que torna você parte do rebanho?" Você responde e concorre aos cambau. É o seguinte, meu caro dono do Mentos. Fazer parte do rebanho, só se for a vaca da tua mãe. Com todo respeito.

.
.
.
Diz aí, Chico:

Ai, quem me dera ser cantor
Quem dera ser tenor
Quem sabe ter a voz
Igual aos rouxinóis
Igual ao trovador
Que canta os arrebóis
Pra te dizer gentil
Bem-vinda
Deixa eu cantar tua beleza
Tu és a mais linda princesa
Aqui deste covil

Ai, quem me dera ser doutor
Formado em Salvador
Ter um diploma, anel
E voz de bacharel
Fazer em teu louvor
Discursos a granel
Pra te dizer gentil
Bem-vinda
Tu és a dama mais formosa
E, ouso dizer, a mais gostosa
Aqui deste covil

Ai, quem dera ser garçom
Ter um sapato bom
Quem sabe até talvez
Ser um garçom francês
Falar de champinhom
Falar de molho inglês
Pra te dizer gentil
Bem-vinda
És tão graciosa e tão miúda
Tu és a dama mais tesuda
Aqui deste covil

Ai, quem me dera ser Gardel
Tenor e bacharel
Francês e rouxinol
Doutor em champinhom
Garçom em Salvador
E locutor de futebol
Pra te dizer febril
Bem-vinda
Tua beleza é quase um crime
Tu és a bunda mais sublime
Aqui deste covil

[Tango do Covil]


.
.
.
Ainda estou com a máquina emprestada, fica tudo no disco do Yahoo, vou responder um por um. Prometo.

.
.
.
Não param de chegar emails, a torcida me comove, ô gente boa. Valeu, valeu, valeu.

.
.
.
Boletim médico: ontem meu pai teve uma parada cárdio-respiratória. Mas ele sai dessa. Nunca fui pessimista em relação a nada, e não vou ser agora. O Grande Fodão tá de olho.

.
.
.
Acampei na UTI do meu pai, de onde é impossível blogar. Agora foi uma escapadinha.

.
.
.
Você me esperou? Obrigado.

.
.
Domingo, Julho 25, 2004
.
Me dê a mão, vamos sair
pra ver o sol.

.
.
.
"Sabe o que é melhor do que ser bandalho ou galinha? Amar. O amor é a verdadeira sacanagem."

[Tom Jobim]

.
.
.
Enjoy the day. Todo dia vou à UTI ver meu pai. Com exceção dele, que se recupera bem, já vi muito defunto mais saudável do que algumas figuras internadas lá. Carpe diem. Aproveite o dia e a vida. É oi-tchau.

.
.
.
Sonhei com um cachorro que projetava tetos retráteis e cobrava em ração. Devo jogar no cachorro? Ou no burro, porque só um burro contrataria um cachorro para projetar um teto retrátil? O cachorro também pode ser das antigas, um cobra. Vou pedir ajuda ao meu banqueiro Silva. Assunto técnico.

.
.
.
Com os 2 ovos, o sopão ficou perfeito. Sólido.

.
.
Sábado, Julho 24, 2004
.
Ontem à noite. Sopão de pacote. Galinha com macarrão de conchinha - ei, você: quando é que a gente vai dormir de conchinha? Botei 3 caldos de costela dentro, recomendando à galinha e ao boi "não briguem". Resolvi reforçar o macarrão e despejei espaguete. Mudança por mudança, acrescentei rodelas de lingüiça. Exigi da galinha, do boi e do porco "não briguem!" Brigaram. Quem sabe por causa dos cubos de provolone que também pus. Eu disse pus? Ô blog nojento. Claro que o sopão ficou uma merda, mas tava um frio dos setecentos diabos e ele me aqueceu. Na falta momentânea do abraço da mulher amada, vai sopão. Num tem tu, vai tu mesmo, fazer o quê? Agora acordei com fome às cinco e meia da madruga, perdi o sono. Esquentei a gororoba e tasquei 2 ovos dentro da panela. Tá lá fervendo. Neste exato momento vou comer - ou beber, não sei se aquilo está líquido ou sólido. Na dúvida vou pegar um galfo e uma culhé. Se não tiver mais post aqui é porque a porra toda explodiu.

.
.
.
Estou comovido com o carinho de todos que me enviaram emails torcendo pelo meu pai. Até velas virtuais foram acesas. Graças ao Grande Fodão, às energias que vieram e aos médicos, a cirurgia rolou bem. Agora é o pós-operatório demorado. Se tudo andar legal, logo o velho vai passar a mão na bunda das enfermeiras. Agradeço de coração. Fiz uma listona dos nomes e já estou na recíproca, torcendo para cada um estar sempre legal. Valeu, gente boa.

.
.
Quarta-feira, Julho 21, 2004
.
Como será a morte por falta do oxigênio que o fogão queimou todo? Uma tonturinha legal, a gente desfalecendo aos poucos, caindo da cadeira diante do monitor? Dizendo adeus, Macintosh filho-da-puta, pau no cu do Uol? Será? Haverá tempo para se arrastar e abrir uma fresta de janela, dando uma respirada salvadora? Talvez fazer uma oraçãozinha pra puxar o saco do Grande Fodão? Ou vem uma súbita falta de ar e a gente pá? Sem tempo nem para o sinal da cruz? Se for naquele desfalecimento aos poucos, seria legal partir lembrando da última foda. Se der tempo pra isso, eu concordo em morrer. O problema vai ser o pau duro.

.
.
.
Coisa que eu num sei é cumprimentar santo. Sabe santo? Entidade incorporada? Em terreiro de candomblé, umbanda, essas coisas? Tenho a maior dificuldade em chegar junto. Me falta experiência. Se tu num acredita fica na tua, eu acredito em tudo, até em buceta dentada. Ontem fui num terreiro. Cheguei no caboco incorporado, e olha só o vexame:

- E aê, tudo bem? Como vai?
- Mizifio, eu tô sempre bem. Suncê é que eu quero saber.

Te juro por Deus. Sou tão besta nessas horas que só falto perguntar "como vai a família?". Serjones bicho burro.

.
.
.
Ei, você. Sinto falta de você. Pode ser ou tá muito difícil?

.
.
.
Puta que pariu. Sensação térmica [o que interessa na vida é o que a gente sente] de 6 graus bolinha em São Paulo. Já liguei o aquecedor do mocó. Todas as bocas do fogão e o forno. Mais o moletão que tá se aproximando do prazo de validade, ou seja, a hora de lavar. Cerca de 3 anos.

.
.
.
Eu te amo.

.
.
.
Você que gosta de mim e sabe que não sou um filho-da-puta. Meu pai vai enfrentar amanhã uma cirurgia de 8 horas. E ele é velhinho, não viu o dilúvio mas pisou na lama. Manda uma energia positiva pra ele, uma oração, por favor. Diga que é para o pai do Sergio Faria do Catarro Verde. Não que o Grande Fodão leia esta merda, mas ele sabe que existe. Tô pedindo e agradecendo. Valeu, gente fina.

.
.
.
Ainda bem que eu vivo de bom humor.

.
.
.
Você vai dizer o quê? Não, não é agora, é amanhã à noite depois do Jornal Nacional? Caralho.

.
.
.
Ontem num posto de gasolina da Rodovia dos Imigrantes [SP]. Sempre sem relógio, consultei o cara da bomba:

- Por favor, que horas são?
- Agora?

.
.
.
A vida é oi-tchau.

.
.
Terça-feira, Julho 20, 2004
.
HOJE É FOLGA
DA COMPANHIA.

Trocentas coisas pra resolver.

.
.
Segunda-feira, Julho 19, 2004
.
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você

[Tom/Vinícius]

.
.
.
Sou escravo das vírgulas. Elas fazem de mim um farrapo humano, judiam, tripudiam, pisam, humilham. Tenho sempre que espanar, varrer o excesso. E quando releio o texto elas continuam sobrando em bandos, como formigas no açúcar. Malditas vírgulas. Ainda arranco a porra dessa tecla.

.
.
.
Pilotar o Catarro Verde em conexão discada não é fácil, carinha. É um avião pesado, com quase 5 mil posts. Agora estou com um Mac emprestado, leeeeento, com pouca memória e HD cheio. Não estou reclamando não. Só explicando porque o blog tá devagar.

.
.
.
"Fogo fraco, a distância apaga. Fogo forte, a distância aumenta."

.
.
.
Confissões do Serjones pirralho - 2

Quando eu era molequinho, gostava de espiar a empregada tomando banho. Ficava de tocaia. Quando ouvia o barulho do chuveiro, colava o olho no buraco da fechadura. Ver aquela buceta peluda fazia meu coração disparar feito um cavalo árabe. Era um banheiro de empregada, pequeno como todos eles, e a moça apoiava o pé na privada para ensaboar a coxa e a xana. Eu ficava paralisado. Até que um dia, com meu olho grudado ali, sabe o que eu vejo? Outro olho grudado ali. Só que do lado de dentro. Eu não soube e nunca vou saber como ela descobriu. Nunca fiz nenhum barulhinho! Só me lembro do olho me olhando e da pergunta que veio: "o que cê tá fazendo aí?" Naquela idade, não tive resposta. Nem era o caso de responder. Saí correndo e me escondi, adivinhando o esporro da minha mãe e do meu pai. O da minha mãe veio mesmo. Pesado. Meu pai só fez uma pergunta básica, pra cumprir tabela. Deve ter pensado "o moleque é macho". A empregada tinha um namorado japa lutador de karatê, e eu passei semanas com medo dele saber. Você nunca sabe o que esperar de um japa - o Inagaki, por exemplo, não me escreve há meses. Vou te contar. O susto foi tão grande que até hoje eu sonho com aquele olho me olhando. Com a buceta peluda, nunca sonhei. Tudo bem. Eu só não quero é sonhar com o japa do karatê.

.
.
.
Liguei a TV pra ver o Manhattan Connection. Tava a Marilia Gabriela, marido do Gianechini, entrevistando a Regina Duarte. Incrível como a namoradinha do Brasil virou a vovozinha do Brasil.

.
.
.
[...]

A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como essa noite passando passando
Em busca da madrugada
Falem baixo por favor
Pra que ela acorde alegre como o dia
Oferecendo beijos de amor

[Tom/Vinícius]

.
.
Domingo, Julho 18, 2004
.
O meu amor por você.

.
.
.
Confissões do Serjones pirralho.

Não sei se esta merda vai dar uma série, mas vamulá. Quando eu era muito pequeno, primeira série, meus pais me entregaram aos cuidados de uma professora pra me levar todos os dias à aula. Eles não podiam me levar, e essa mulher morava perto de casa. Não sabiam, mas a vaca me fazia carregar os cadernos de toda a turma, que ela trazia pra corrigir. Uns 40 cadernos. Até pegar o ônibus para a escola, tinha uma ladeira fudida, e ela me repetia "respira pelo nariz e solta pela boca!"

Te juro por Deus, pra carregar o peso daqueles cadernos eu respirava até pelo cu. Mais: aquela professora tinha me recebido na primeira aula com uma saudação inesquecível: dois tapas na cara, depois de me encurralar na parede por uma safadeza que eu não tinha cometido. Mas o pior era ouvir a filha dela cantando, enquanto eu esperava o momento de seguir carregando os cadernos com a velha: "Eu amo a letra S/por ela tenho paixão/com ela escrevo Sergio/Serginho do meu coração".

Depois de muitos anos, o que faz um ser humano retardado para se vingar de tudo isso? Vingança é parte da condição humana. Na impossibilidade de esganar, vamos aos nomes: a professora escrota [Angelina Pitelli]. A filha pentelha [Ricardina Pitelli]. Não estranhe. Já disse uma vez aqui, sou intenso: quando eu gosto, amo. Quando não gosto, odeio. Não tem meio termo.

.
.
.
Como é grande.

.
.
.
Meu Grito
[Roberto/Erasmo Carlos]

[...]

Ai, que vontade de gritar
Teu nome bem alto no infinito
Dizer que o meu amor é grande
Bem maior do que meu próprio grito

Mas se eu grito
Todo mundo de repente vai saber
Que eu morro de saudade
E de amor por você

[...]

Mas só falo bem baixinho
E não conto pra ninguém
Pra ninguém saber seu nome
Eu grito só meu bem

.
.
.
Para poder lhe explicar.

.
.
.
E logo mais teremos uma cortina musical com Agnaldo Timóteo [o que há, tu não gosta?], se acharmos a letra. O Catarro Verde tem um acordo operacional com o Google, então pode ser que encontrem logo. OK, rapazes, ao trabalho! Em último caso a gente consulta o caro cara chapinha Marcurelio, que tem amizade com o maior cantor do Brasil. Abracetas, Marcurelio. Eu gosto de tu.

.
.
.
E não há nada pra comparar.

.
.
.
Pronto, descobri. Nenhuma das inovações do Blogger roda no Mac. Só em PC. E sempre foi assim. Adoro o Mac, odeio os preços de tudo que se relaciona ao Mac no Brasil e odeio PC. Mas estou longe de ser o que se convencionou chamar de "macmaníaco". Ou seja, um babaca que só elogia o Mac, tem um PC escondido em casa pra usar o Kazaa, não conta pra ninguém, e morre de vontade de chupar o pau do Steve Jobs. Gente como o Macmania Mario Amaya Vasquez, enfim. Que vive da maçã, mesmo que ela esteja podre. O que é bosta a gente tem de falar, caralho. E o Macintosh tem uma vasta extensão de bosta, como diria o Tom B. Muita bosta. Bosta, bosta, bosta. Principalmente na hora de con$ertar.

.
.
.
Mas com palavras não sei dizer.

.
.
.
Veja você. Geraldinho, o governador apagadinho, de olho no seu candidatinho às eleiçõezinhas, inventou de colocar um barco pra andar no Tietê poluído. O secretário sei-lá-das-quantas diz que a idéia é atrair turistas. Já me ofereço para criar o cartaz:

VENHA NAVEGAR
NA BOSTA.

.
.
.
Alguma coisa acontece no meu coração quando cruzo a Ipiranga e a Avenida São João, sabia?

.
.
Sexta-feira, Julho 16, 2004
.
Serjones, tu é um cara volátil, digo volúvel.

.
.
.
Eu disse olhos azuis? Leiam-se castanhos.

.
.
.
Mudanças no Blogger. Alguns avanços, paresque. Problemas também. Só vou saber se rolam no Mac no dia em que a Mega Sena me permitir consertar o Mac.

.
.
Quarta-feira, Julho 14, 2004
.
Falando nisso, tô com saudade de tu, meu desejo.

.
.
.
Dica de inverno [mas tem que mandar buscar nos Estados Unidos]: KY líquido que aquece. Enquanto não chega no Brasil, você vai improvisando, põe a bisnaga brasileira em banho-maria, se vira. Quer dizer, não sei se é você que se vira.


.
.
.
Shake, shake, shake, baby.

.
.
.
Computador quebrado = emails atrasados. Güentaí.

.
.
.
A moça do cybercafé agora:
"desculpe a demora do café, a máquina deu pau".

Aqui até máquina de café dá pau.

.
.
Terça-feira, Julho 13, 2004
.
Eu gosto da Rua Batatais [SP].

.
.
.
Lembra da Neve? A cachorra labradora que precisava de novos donos? A esta altura deve estar correndo pela areia da praia e mergulhando no mar. Sua nova casa fica na Praia Grande [SP] e ela já foi pra lá. São Francisco era um baixinho de 1,50m mas é foderoso. Aliás, sobre esse negócio de pessoas pequenas, aliás... eu vou ficar só no aliás mesmo. Mais não digo, até porque não me foi perguntado.

.
.
.
La donna è mobile. Nosso serviço de alto-falantes anuncia: a Rezinha mudou o endereço do blog. É esse aí, o do link.

.
.
.
Desprezo competições. Desde as pessoais e as desastrosas, tipo homem X mulher, até as mundiais, cheias de pompa e viadagem. Copa do Mundo, Olimpíadas, merdas desse tipo. Me diga: qual é a graça e que utilidade tem saber quem foi o cara que jogou mais longe um disco de metal? Se foi um brasileiro ou um alemão? Que contribuição oferece ao país um sujeito que torceu mais forte o pescoço do outro nessas esfregações entre dois homens no chão, onde eles só não beijam na boca porque é contra o regulamento? Tudo isso e a porra toda. Futebol, basquete, vôlei, nado sincronizado (se um chipanzé observar esse troço, ele ri), natação e o escambau. Nas Olimpíadas, nem as medalhas são verdadeiras. Nem ouro nem prata nem bronze de verdade. Você compra no camelô. Representar o Brasil. Isso é uma piada. Se a delegação pretende mesmo representar o Brasil, tem que voltar 1) sem medalha nenhuma 2) assaltando e atirando dentro do avião 3) esquálida e morrendo de fome. Do mesmo jeitinho que estávamos quando o Lula tomou posse.

.
.
Segunda-feira, Julho 12, 2004
.
Bosta bosta bosta bosta, merda merda merda merda! Não repare, foi apenas uma justa homenagem ao meu Macintosh.

.
.
.
É tão legal ter um Macintosh.
Principalmente quando ele quebra. Para consertá-lo, basta você ter um carro. Aí você vende o carro e paga o conserto.

.
.
.
COMPUTADOR EM OBRAS.
Voltaremos em breve com nossa programação anormal.

.
.
Quinta-feira, Julho 08, 2004
.
Ouvi ontem na rua o comentário que um mendigo mandou pruma menina:

- Belo quadris!

.
.
.
O Blue Bus também publicou um texto do Catarro sobre o sangue do Marcelo Fromer no asfalto da Avenida Europa [aqui]. Se não abrir, o texto original está aqui.

.
.
.
Leitores do Catarro sempre ligados. Ontem o meu chapinha Jayme Serva deu um refresh na memória do Blue Bus sobre o caso Catarro x ACM [aqui]. Na mesma hora, a Rezinha e o Said Tayar Segundo me avisaram. Valeu. Na época o Blue Bus publicou um comentário sobre o caso.

.
.
.
"Ou a mulher é fria ou morde. Sem dentada não há amor possível."
[Nelson Rodrigues. Assino embaixo.]

.
.
.
Computador em obras, blog semi-abandonado. Tô num cybercafé. Rapidinho porque tem taxímetro rodando. Bandeira 2.

.
.
Terça-feira, Julho 06, 2004
.
Meu computador vai pra oficina. Fico devendo respostas de emails. Talvez eu consiga publicar alguma coisa a partir de algum lugar. Pela atenção obrigado.

.
.
.
Cercado de bovinos, Paulo Maluf - a pústula purulenta - saiu do programa Roda Viva feliz, eufórico e certamente com mais votos. Saudade de quando este país tinha jornalistas, em vez de marionetes constrangedores.

.
.
.
"Delfim Netto não tem onde cair morto."
[Idem]

.
.
.
"Perto do PT eu sou meio comunista."
[Paulo Maluf, a pústula purulenta, ontem no Roda Viva]

.
.
Segunda-feira, Julho 05, 2004
.
O carro dos sonhos.



Chevrolet Bel Air 1959, 4 portas, prata. Eu te amo muito.

.
.
Sábado, Julho 03, 2004
.
Esquimó dá o cu.

.
.
Sexta-feira, Julho 02, 2004
.
Quando a gente faz exame de HPV eles mandam aparar os pêlos desse lugar extenso que se chama região pubiana: pau, saco e púbis propriamente dito. Soquei a bota na tesoura. Mas já tem quinze dias e os pêlos não crescem! Ficam pinicando, pinicando, pinicando. Eu nunca escrevi esse verbo, então abuso. Escrevo logo três vezes - quem sabe quando surgirá outra oportunidade? O resultado desses pêlos pinicarem, pinicarem, pinicarem foi que eu passei a coçar o saco em público. Não é propriamente coçar, mas mudar as bolas de lugar, inverter a posição da cabeça do pau, essas elegâncias. E inclusive, como diz a linguagem jurídica, desentranhar os pêlos da cueca. Eles ficam se enfiando nas fibras de algodão, como se quisessem saber como estão as coisas do lado de fora. Pentelhos curiosos, querem estar bem informados. Inclusive assistiram ao debate ontem. Acharam um saco. Como escrevo nu, posso olhar de vez em quando aqui pra baixo e controlar o crescimento deles. Nada. Nem um milímetro. Desse jeito vão espetar a boca de quem me fizer um boquete. Mas talvez excitem a mulher que me vier foder por cima, encostando o cuzinho no meu saco. Vai gostar dessa pentelhada pinicando, pinicando, pinicando.

.
.
.
Cheia de charme
Um desejo enorme
Sei lá
Tantas palavras
Num breve sussurrar
Paixão assim
Não acontece todo dia

[G. Arantes aos pedaços]

.
.
.
Enquanto isso, uma pesquisa independente realizada pela CatarroHealth® descobriu que a ingestão de esperma protege as mulheres da osteoporose, dos miomas uterinos, da endometriose e das rugas. Deve-se ingerir também oito unidades por semana. E a nossa pesquisa, ao contrário dos estudos ingleses, determina com exatidão o que é uma unidade: um litro.

.
.
.
Pesquisadores do hospital St. Thomas, em Londres, concluíram que o álcool protege as mulheres da osteoporose. Os ossos ficam mais densos. É pra beber 8 unidades por semana, embora a matéria da BBC não esclareça o que é unidade. Na dúvida, digamos que sejam barris. Oito barris por semana.

.
.
.
Ei, você aí. Me ajuda a encontrar um trabalho de redator, ajuda? Pela atenção obrigado.

.
.
Quinta-feira, Julho 01, 2004
.
Daqui a pouco, num horário adequadíssimo - 11h da manhã - tem debate de candidatos a prefeito na Globo. Só os sem-voto, porque os maiores do ranking fogem, não lhes convém. Então vamos assistir aos sem-voto. Nem por isso menos sem vergonha. E com-safadeza. Honrosa exceção aberta à Erundina, que pelo menos possui dignidade.

.
.
.
Homem que escreve "é tudo de bom", ou foi ou é ou será.

.
.
 
.  
 
.